19 de nov. de 2011

Dúvidas e sugestões sobre planos de saúde



Olá amigos e colaboradores, meu nome é Sidney e vamos começar uma nova fase em nosso Blog, agora o negócio é, Como fazer ou tirar melhor proveito de meu plano de saúde?
Aqui você posta suas dúvidas e nós recebemos um e-mail informando que alguém quer saber algo sobre plano de saúde, sinceramente não queremos vender nada para você, mas você pode perguntar, então qual seu interesse nisso? Quero apenas ter um Blog com boa visitação, simples assim rsrsrs, vamos lá comecem a postar suas dúvidas ou sugestões, há você poderá também fazer reclamações de seu plano de saúde que eu estarei encaminhando diretamente para as Operadoras ou Seguradoras, deixa comigo...

8 de nov. de 2011

Site dá 80% de desconto em consultas médicas

Usuário não precisa pagar mensalidade como em um plano de saúde e contrata as consultas particulares por um preço fixo de 54 reais quando precisa.

São Paulo - A maior parte da população brasileira não tem plano de saúde. Entre os mais de 192 milhões de habitantes brasileiros, somente 46 milhões possui algum convênio médico, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A maior parte desses convênios é empresarial – ou seja, bancado ao menos parcialmente pela empresa onde a pessoa trabalha.

Como convênios médicos custam caro, principalmente para pessoas de mais idade, muitos profissionais autônomos geralmente são obrigados a pagar as taxas das consultas particulares ou apelar para o SUS, o problemático sistema de saúde pública brasileiro. Pensando nessa situação, um site viu oportunidade para crescer entre o público que não tem plano de saúde.

O portal DirectSaúde, lançado há uma semana, promete descontos que podem chegar a 80% em consultas particulares. “Os preços praticados pelos médicos cadastrados são os valores sugeridos pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Médica Brasileira”, diz o médico Edson Ramuth, consultor de negócios da DirectSaúde.

Os cerca de 500 consultórios cadastrados cobram 54 reais por uma consulta, enquanto os preços poderiam passar dos 300 reais sem a intermediação do portal.

A grande vantagem em relação aos planos de saúde é que, ao invés de pagar uma taxa mensal em troca da cobertura, o usuário só terá de desembolsar os valores das consultas que efetivamente realizar.

O site também não é remunerado pelos pacientes. Quem banca o funcionamento do serviço é o próprio médico, que arca com uma comissão de 10% sobre cada consulta agendada. “O valor médio recebido em consultas via convênio é de 36 reais. Por isso, mesmo com a comissão, o médico ainda recebe mais do que quando trabalha para um convênio”, afirma Ramuth.

Como o pagamento é feito via internet, do lado do paciente ainda há a possibilidade de pagar com cartão de crédito, adiando a data efetiva do desembolso dos recursos.

EXAME.com testou o serviço oferecido pelo DirectSaúde e tentou marcar consultas em consultórios cadastrados. Alguns consultórios disseram não saber do que se tratava – algo que não pode ser considerado inesperado dado o pouco tempo em que o serviço está no ar.

Em outros consultórios, havia horários disponíveis da mesma forma que para atendimentos particulares, só que com o desconto prometido no site.

Para o usuário, uma opção interessante é marcar a consulta antes de efetivar a compra do serviço no site de forma a garantir o atendimento e o desconto nas datas desejadas.

Outra dica é fazer um busca em relação ao histórico profissional dos médicos cadastrados antes de marcar uma consulta, já que com saúde não se brinca.

Também é importante lembrar que o DirectSaúde não substitui integralmente um plano de saúde. O site oferece consultas com profissionais de dezenas de especialidades médicas. Tratamentos prolongados, atendimentos de emergência e internações hospitalares, entretanto, não são oferecidos. Os exames laboratoriais também não estão inclusos ainda, mas a previsão é que entrem na lista do site nos próximos três meses.

Plano de saúde coletivo de até 30 participantes terá reajuste discutido

SÃO PAULO – A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) vai discutir a introdução da diluição do risco através da coletivização, ou seja, um pool de risco para apuração do reajuste dos planos de saúde coletivos com até 30 beneficiários.

A Agência vai tratar da metodologia no próximo dia 23 de novembro no Rio de Janeiro, em uma câmara técnica. A proposta é que os planos coletivos com número reduzido de vidas e reduzida capacidade de diluição de seu risco tenham um único reajuste anual calculado para toda a sua carteira, por operadora de saúde.

Planos coletivos
De acordo com o diretor-presidente da agência, Mauricio Ceschin, o objetivo do encontro é debater com os participantes novos mecanismos na legislação que ajudem a aperfeiçoar a regulação e incentivar a concorrência. De acordo com a ANS, Ceschin entende que os planos de saúde coletivos com até 30 vidas estão sujeitos à alta volatilidade do reajuste.

Essa sistemática foi comprovadamente avaliada como vantajosa para o consumidor, segundo estudos elaborados pela Agência. Com o pool, a ideia da ANS é favorecer as pequenas empresas, já que poderão contar com muito mais vidas para diluir seu risco.

A câmara técnica é uma iniciativa da ANS para dar sequência ao cronograma de atividades prioritárias estabelecidas na agenda regulatória. O pool de risco faz parte do foco da agenda que se destina a criar mecanismos de incentivo à comercialização de planos de saúde individuais.